Agora que vives naquele mundo,
Não caminhas entre os basaltos
Desconheces a selva e fera,
Ou, alguma dúvida?
Agora já não precisas do azagaia
Nem dos escudos. Caminhas para o bem!
Agora consegues destinguir o bem do mal,
A coça do alcobaça, que taparam as noites
Alegres entre os gemidos e legos.
Sim, gritei! Gritei calado e cantei as noites
A ameaça, o ignoro e a privação
São os gritos que ecoam no silêncio.
O medo ou porcelana escondida?
Talvez um pano bem apertado para ti
Ou uma máscara para mim.
Admito, sei onde ando
E desconheço a árvore que plantei.
Entre as espinhas e os que regaram
Já nem sei onde estou.