
É mesmo engraçado ver de novo aquele pequeno anjo com a seta num papel, onde pode ler-se "o que és para mim". Na verdade, além de boas recordações, o meu inconsciente falou numa espécie de um sorriso misturado com uma certa dose de consciência e emoções. Dei comigo a perguntar para mim mesmo o que eras para mim.
O que és para mim?
És tudo quando estou contigo e quando não estou contigo. Sim, tu sabes que podes ser a minha alegria e tristeza, companheira e solidão, minha música e choro. Percebeste o poema e a música que cantei na tua ausência, porquê que não o percebes no meu sorriso e nos nossos karaoke desafinado?
Sei, é difícil cantarmos a Billie Jean mas sabemos muito bem cantar a Partida, mesmo assim, não viste o nosso poema e a nossa música? Não cherry!? A tua música e o poema são mais lindos, não sei escrever, aliás, nós fazemos melodias que não tocam na guitarra e nem rimam nos versos!
Queres saber mais?
Quando despedimos ontem,
Fechei os meus olhos
Senti apenas um compasso triste
Do meu coração ardente
Quando abri,
Voltei a sorrir
Para não mergulhar na melancolia
Que assombrou minha alma.
Estás a ver? Tu, eu, nós, simplesmente, somos.






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