Vendo para o título deste
post, alguém pode pensar que é meu mas não, é de um engraçado artigo do
Martinho Júnior que encontrei na Página Global. Não tenho e
nem faço do Pedro Pires o meu político de estimação mas nunca engoli certas histórias dos nossos libertadores nem admiro o percurso de muitos deles como muitos.
É engraçado, um dia destes estava a ver telejornal na pagina da RTC, uma notícia sobre aceitação ou qualquer coisa do género da internet em CV, lá fundo de uma instituição qualquer, estava o retrato do Pedro Pires como se estivessemos naquela época da "guia do povo".
Vamos a que interessa, o Martinho Júnior escreveu o seguinte sobre o nosso MoIbrahim:
"Na luta então travada, o colonialismo português (recorde-se que Portugal foi o único estado fascista presente na fundação da NATO) fez uso de meios bélicos daquela Organização, inclusive aviões de ataque ao solo Fiat-G-91, fornecidos pela Alemanha".
"Não é agora que Portugal, após o 25 de Abril, que se constituiu num componente da Europa, que essa situação se alterou, mas Pedro Pires, Presidente de Cabo Verde, poucos cuidados tem para com a NATO!".
"Entre o jovem Pedro Pires e o Presidente, é evidente que toda a nossa simpatia só pode ir para o primeiro; para o segundo e neste caso: parece que quanto mais velho, mais memória perdeu, mais oportunista se tornou e sobretudo, demonstra não ter aprendido a lição!"
Duvido que discussões como esta chegue ao nosso binóculo político.